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Dossiê de Inclusão - Márcia Martins

Page history last edited by marcia 2 years, 1 month ago

 

                                                

 

Minha experiência com inclusão de alunos especiais ocorreu logo que iniciei no magistério em 1986. Tive dois alunos com problemas mentais, um deles o Alexandre conseguia escrever algumas palavras e já era repetente na 1ª série. Ficava o tempo inteiro fazendo um ruído alto com a boca que perturbava os demais alunos. Era um pouco agressivo e constantemente eu precisava lembrá-lo de limpar o seu nariz, pois a secreção saia sem parar. O outro aluno o Gilberto era calmo, só conseguia fazer bolinhas e escrever seu nome. Fiquei muito apavorada, pois recém havia me formado e não tinha noção do que fazer com aqueles alunos. Pedi então ajuda da supervisão que me auxiliou numa conversa com o pai do Alexandre, que nos contou chorando que seu filho tinha nascido perfeito e que de uma queda de um caminhão ficou com problemas. Ele não queria admitir que o filho tivesse essas dificuldades. Após muita conversa conseguimos que ele colocasse o menino na APAE, por acharmos que lá teria professores especializados para ajudá-lo. Após isso, precisei trocar de turno na escola e passei a turma para outra colega que continuou com o Gilberto, que pelo que sei conseguiu progredir escrevendo algumas letras do alfabeto.

No ano de 2006, já em outra escola, trabalhando com alunos de 5ª série recebi juntamente com meus colegas uma aluna que segundo a mãe teve problemas no parto e perdeu um pedaço do cérebro. Ela tinha muitas dificuldades, não conseguia copiar todas as atividades do quadro e nem respondê-las. Tínhamos que fazer um trabalho diferenciado com ela, exigindo somente o que ela podia fazer dentro de suas limitações. Ela participava de tudo, mas do seu jeito. Um dia ela precisou apresentar um teatro de fantoches em grupo e ela conseguiu dizer as suas falas, se sentiu muito feliz pela conquista. Passamos ela de ano por entender o seu progresso. 

Nesse ano de 2009 recebi na minha turma de 1° ano, um aluno com síndrome de down. A mãe na entrevista disse que o menino era calmo e somente às vezes ficava agitado quando ia para a casa do pai, pois eram separados. Que já havia frequentado escolinhas. Mas o que constatei foi uma dificuldade imensa de adaptação. O G. gritava muito durante a aula, batia em todo mundo, inclusive em mim. Não escrevia seu nome e se negava a ser ajudado. Fugia da sala, quebrava os brinquedos, enfim não conseguia conviver socialmente na sala de aula. Chamei a mãe para expor a situação e ela não compareceu e não trouxe mais o filho. A direção entrou em contato e ela disse que estava esperando vaga numa escola que trabalha com alunos especiais. Soubemos também que a nossa escola já era a terceira que o G. frequentou e que a mãe retirava-o assim que sentia a cobrança sobre ela.

Pelo que li sobre pessoas portadoras de down e pelo que já observei também por conhecidos, eles precisam do apóio da família desde cedo, levando-os a especialistas para que conseguiam se adaptar a uma escola regular e conseguiam efetivamente aprender. A família tem que buscar ajuda entendendo a situação para poder ajudar o seu filho.

Não me senti preparada para lidar com o G. nas condições que ele chegou para mim!

Contudo já tive vários alunos que precisei ter um olhar diferente e realizar um trabalho diferenciado nesse longo tempo de magistério, são  aqueles alunos que não conseguem ter o mesmo rítmo dos demais e precisam de nossa atenção e carinho para conseguir avanços.

 

 

 

POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL E O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 

 

  Trabalho em uma escola municipal em São Leopoldo com mil e noventa e

um alunos, que apresenta um quadro de sessenta e três docentes,

oferecendo como etapas de escolarização o ensino fundamental em transição de séries para anos.

Nossa escola recebe a cada ano mais alunos com necessidades especiais, para isso  está se preparando e hoje possui as portas dos banheiros mais largas para o acesso dos cadeirantes, bem como rampas necessárias para a passagem deles .Temos muitos alunos com alguma necessidade de educação especial, destes alguns são atendidos pelo NAPPI ( Núcleo de apóio e pesquisa ao processo de inclusão). Na turma 1A1 tem uma aluna com autismo e síndrome de Asperger, que frequenta a APAE uma vez por semana e aguarda vaga no NAPPI. Ela consegue realizar quase todas as atividades solicitadas, apenas não consegue ainda interagir com os colegas.

Na turma 2A2 tem um aluno com problemas de aprendizagem e na fala com acompanhamento de fonoaudióloga no NAPPI e uma aluna cadeirante que apresenta crises convulsivas, tem deficiência na sua musculatura em função de um vírus( citamegalo) adquirido na gestação pela mãe.Ela não fala e não consegue realizar as atividades escritas. Tem uma cuidadora para acompa nhá-la.Frequenta uma sala de recursos multifuncionais que é um suporte do NAPPI. Na turma 2A3 tem outra aluna cadeirante que possui má formação na espinha chamada "meningo mielonceli" causada por uma deficiência de ácido fólico na gestação.Ela consegue realizar as atividades escritas. Não tem cuidadora, mas frequenta o NAPPI.

Na turma 2A5 tem um aluno que está aguardando vaga para fono.

Na turma 3A1 tem um aluno com distrofia muscular que é uma doença degene- rativa. Frequenta vários especialistas e também o NAPPI.

Na turma 3 A2 tem um aluno com dificuldade de socialização, por isso fre- quenta o CAPS ( Centro de atendimento psíquico e social do município). Também tem uma aluna com dificuldade de aprendizagem que a família não quis levar ao NAPPI, então perdeu a vaga.

Na turma 4A1 tem um aluno que usa andador em função de uma parilisia parcial ele vai ao NAPPI, não tem cuidadora.

Na turma 4A2 tem um aluno com dificuldade na fala, frequenta a fono na sala de recursos.Tem outro aluno que vai no EDUCAS na UNISINOS, pois tem dificuldade de aprendizagem.

Na turma 4A3 tem uma aluna com dificuldade de aprendizagem e vai no NAPPI.Tem um outro que vai na sala de recursos.

A supervisão da escola me informou  que também há outro órgão municipal que se chama CRAS (centro de referência de assistêncial social) que atende as crianças encaminhadas pelo Conselho Tutelar.

Fazendo uma análise sobre as leis nos documentos lidos, vejo que a minha escola e também o município estão procurando estar em  conformidade com as políticas de inclusão, fazendo adequação nos prédios, proporcionando capacitação aos professores, oferecendo salas de recursos e materiais.Contudo ainda não é suficiente.

A questão da inclusão ainda rende muitas discussões. Mas o fato é que está presente nas salas de aula e ainda não se sabe como contribuir significativamente para o desesenvolvimento das habilidades específicas destes educandos. Entende-se que incluir é ter condições de trabalhar o aluno em um contexto de escola dita "normal", mas para isso é preciso que haja condições mínimas para o professor realizar esta tarefa. O professor precisa de capacitação, também de sensibilidade para acolher esta realidade.

Buscar estratégias que traduzam em seus melhores condições de vida para a população na igualdade de oportunidades para todos os seres humanos. Porém falta ainda todo o suporte pedagógico e físico,exige-se cada vez mais da escola, sem oferecer-lhe em troca os recursos necessários para a concretização dessa proposta. 

 

 

*Serviços de atendimento educacional especializado

 

 

O NAPPI que já citei anteriormente está vinculado à Coordenação Pedagógica da SMED e foi fundado em 2003. É composto por uma equipe interdisciplinar com atuação nas áreas de: psicopedagogia, fonoaudiologia, psicologia, psicomotricidade, fisioterapia, assistência social, terapia familiar e professor capacitado em atendimento educacional especializado.

Tem como objetivo, oferecer apoio e assessoria técnica à rede de ensino municipal com vistas à construção de escolas inclusivas. Possue como foco de ação:

*Síndrome de Down

*Transtornos globais do desenvolvimento

*Altas habilidades / Superdotação

*Deficiência auditiva / Surdez

*Deficiência física

*Deficiência mental

*Deficiência visual

*Surdocegueira

*Dificuldade de Aprendizagem

*Terapêutico-pedagógica

Em 2008 o NAPPI realizou atendimento para 376 alunos da rede municipal extensivo às suas famílias. Foram encaminhados para consultas com neurologista 75 alunos. Para o Hospital da Visão em Novo Hamburgo, foram encaminhados 79 alunos e familiares com transporte da Prefeitura saindo do NAPPI para levar os grupos às consultas. A sala de recursos multifuncionais da Escola Paul Harris realizou atendimentos para 60 alunos da rede municipal também extensivo às suas famílias.Agora existem mais três salas de recursos multifuncionais,onde são atendidos 30 alunos por vez, uma hora por semana, em dias e horários marcados.

O CAPS realiza atendimentos com pessoas de idades variadas, mas a

maioria  é adulta. Existe desde 2003 e o trabalho é feito por psiquiatras, psicólogos, terapeuta ocupacional. A instituição é ligada a Secretaria de saúde ,atendendo cerca de 200 pessoas. O público alvo é com  doença mental grave.

O EDUCAS é um programa de educação e ação social, realizado por alunos de Pedagogia, Psicologia e outras áreas da educação.É realizada pela UNISINOS, sendo uma alternativa muito procurada pelos pais.

 

 

 *Estudo de caso

 

Meu estudo de caso, será  com a aluna do 1° ano que possue autismo e síndrome de Asperger. A B. é uma menina de  sete anos que frequenta creches desde dois aninhos. A mãe trabalha de assistente de RH e o pai de motorista. São muito presentes e atuantes na sua vida. Ela tem uma irmã menor com cinco anos. 

B. nasceu de parto normal e teve como avaliação apgar nove. Sua mãe só notou por volta dos três anos que ela caminhava e caia muitas vezes.Levou-a ao médico que constatou seu problema iniciando o tratamento com remédios. O médico disse aos pais que ela não iria aprender,porém no ano passado trocaram de medicamento e notou-se um progresso imenso em seu desenvolvimento.

B. tem uma memória muito boa, faz quase todas as atividades solicitadas, porém nem sempre sozinha, precisa que a profªvá lhe orientando passo a passo. Seus desenhos nunca são de acordo com a história contada. Ela segue rotinas e tem dias que não está disposta a ser ensinada. É uma criança tranquila e    carinhosa.   Seguidamente os pais a levam ao médico para fazer exames(eletroencefalograma). Ela possue a cabeça bem grande, a testa um pouco saliente.

Na parte da tarde frequenta um maternal juntamente com a irmã. Vai uma vez por semana na psicopedagoga, na APAE.

Observamos que ela aos poucos está se socializando mais, brincando com as meninas nos brinquedos da pracinha,contudo fica mais tempo perto das profªs( profª dela e eu). Como as turmas ficam juntas, ela tem se comunicado bastante comigo, canta prá mim, conta história e fala de coisas do seu mundo e até no meu colo ela quis sentar num dias desses.

 

Saiba mais sobre

 

*Autismo 

 

*SÍndrome de Asperger

 

 

19-06-09 Complementação ao estudo de caso...

 

Desde que foi efetuada a matrícula da B., todos os professores que iriam trabalhar com ela durante o ano, foram avisados da sua síndrome e já buscaram se informar, para dessa forma saberem lidar com essa inclusão. As adaptações curriculares estão sendo feitas na medida em que ela demonstra alguma dificuldade em realizar as atividades solicitadas, que logo são substituídas por outras de acordo com suas possibilidades. Ela foi encaminhada ao NAPPI e aguarda vaga para ser atendida. Não precisa usar nenhuma tecnologia assistiva.

 

Como já narrei anteriormente a família da B. é muito atuante. A mãe vem sempre à escola conversar com a profª sobre como está o aprendizado da filha. É uma pessoa esclarecida que sabe muito bem as dificuldades e os direitos que a menina tem de estudar em uma escola regular. Leva-a em especialistas e medica conforme orientação médica. Trata a menina normal, cobrando regras que entenda e possa cumprir. 

 

 

28/06/09 Unidade 6

 

De acordo com as leituras que fiz, as práticas inclusivas possíveis para com a B. são aquelas que proporcione diferentes experimentações de vários materias e espaços. Estimulando, despertando sua aprendizagem, ajustando as atividades e os critérios de avaliação de acordo com suas peculiaridades. Como a avaliação é descritiva, ficou bem claro suas aprendizagens até o momento e as necessidades de melhorias do  trimestre em andamento. A mãe buscou o boletim e concordou com o processo avaliativo, que está dentro das expectativas da família.  Isso já ocorre, pois ela trabalha normalmente realizando todas as atividades desenvolvidas com os alunos do 1° ano e também participa no EVAM com muito interesse. Esta se adaptando bem as rotinas diárias, está demonstrando mais segurança a cada dia que passa, diante das situações ou tarefas. Aos poucos está se tornando mais autônoma,  deslocando-se sozinha para ir tomar água, por exemplo. Contudo ainda não vai sozinha ao banheiro, ao bar, a secretaria, etc.

Percebo que alguns alunos já notaram as suas dificuldades,mas a tratam bem e ajudam-a quando precisa de algo, tentam interagir com ela e aos poucos está se soltado. Essa cooperação que acontece é muito positiva, é inclusiva e sem preconceitos.

 

6/07/09 Unidade 7

 

As idéias trazidas nos textos  se aproximam com a avaliação feita na minha escola com os alunos NNE, e aqui especificamente com a aluna B. Como já escrevi mais acima a avaliação dela é feita de acordo com as suas especificidades, sendo feita adaptações e ajustamentos nas atividades sempre que demonstra alguma dificuldade em realizá-la.

Essa avaliação  foi elaborada no Conselho de classe em conjunto com todos os professores que trabalham com ela. Tem um formato descritivo,apresentando suas habilidades e potencialidades, bem como as dificuldades que ainda possue. A partir disso,deve-se traçar novos planos pedagógicos de acordo com os progressos apresentados.

Todos estamos realmente empenhados em acolher esses alunos com NNE, proporcionando o seu desenvolvimento e favorecendo a capacidade de aprender. A interação com os outros alunos os  estimula nesse processo e coopera para que as diferenças acabem somando. Observações são feitas a fim de perceber alguma necessidade de especialistas, como no caso da aluna B. que espera um atendimento no NAPPI.

 

"Um aluno com NNE não é responsabilidade de um professor específico,mas de toda a escola."

 

 

                                                                                                               

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comments (8)

lenise.pead@... said

at 9:36 am on Apr 25, 2009

Oi!

lenise.pead@... said

at 9:43 am on Apr 25, 2009

Que bom, agora estou conseguindo postar os comentários!
O teu registro sobre tuas experiências em educação inclusiva está bem elaborado e traz em detalhes pontos importantes para a nossa discusssão, os quais podem ser aproveitados, inclusive, no fórum, tais como o envolvimento e participação das famílias no cotidiano escolar.Parabéns!!
Com relação à Atividade 2 há uma riqueza de informações apresentadas que deixaram o teu dossiê rico e interessante. Continue investindo nas leituras e enriquecendo a tua análise cada vez mais.
Profª Lenise

lenise.pead@... said

at 1:24 pm on May 10, 2009

Olá, Marcia:
Gostei muito do teu relato sobre as Políticas de Inclusão escolar no teu município. As tuas informações estão claras e atendem as expectativas da interdisciplina em relação ao tema "educação inclusiva". Parabéns!
profª Lenise

Letícia Schmarczek Figueiredo said

at 12:15 pm on May 23, 2009

Olá, Marta! O caso escolhido para estudo parece bem interessante. Sugiro que complemente a tua escrita na unidade 4, falando um pouco das especificidades do autismo e da síndrome de Asperger, já que faz referências a intervenções com a menina, quando dizes que a mesma “precisa que a professora vá lhe orientando passo a passo”.

Abraços,
Tutora Letícia Figueiredo ;-)

Gi said

at 4:21 pm on Jun 17, 2009

Olá, Marcinha! Teu estudo de caso está bem elaborado, apresentando dados significativos sobre as relações em sala de aula do aluno em questão. dando a possibilidade de visualizarmos o caso dentro do contexto da rede e da escola em que está inserido. No entanto senti falta de alguns detalhes sobre tal sujeito, referentes à:
1. Movimentos para a inclusão da escola (acessibilidade, adaptações curriculares, serviços de apoio);
2. Envolvimento da família no processo de inclusão escolar deste sujeito.
Sugiro que procure realizar estas complementações, pois a diversidade de informações aqui relatadas, contribuirão para as próximas reflexões, a serem elaboradas nas unidades seguintes. Se tiveres este dado, favor apenas complementar seu texto. Demonstra envolvimento e seriedade com a temática em estudo. Qualquer dúvida, entre em contato. Abs,Gi


Gi said

at 10:32 am on Jun 23, 2009

Olá Marcinha... Tuas complementações acerca do estudo de caso está bem escrito apresentando dados significativos do aluno em questão,contemplando os objetivos propostos para esta unidade. Muito bem! Continues desenvolvendo com seriedade e comprometimento a temática em estudo. Qualquer dúvida entre em contato. Abs , Gi

Gi said

at 6:27 pm on Jul 3, 2009

Marcinha... Para a construção de uma educação inclusiva, tal como é defendida, é necessário uma ação fundamentada pelo princípio da não segregação, ou seja, a inclusão de todos, quaisquer que sejam suas limitações e possibilidades individuais e sociais. Que não exclua educando algum, principalmente os portadores de deficiência. O sentido especial da educação consiste no amor e no respeito ao outro, na busca para melhor favorecer o crescimento e desenvolvimento do outro. Teus relatos contemplam os objetivos desta unidade! Abs,Gi
“Atualmente, o pensamento educacional tem apontado para a direção da elaboração de um currículo especial para cada escola, no sentido de que cada uma configura uma realidade específica, determinada pela combinação dos fatores internos e externos que atuam na sua organização e funcionamento. Tal currículo deve ser especial, no sentido de que deve ser elaborado para atender às necessidades únicas de cada escola do sistema de ensino, em função das reais necessidades de seus alunos, e não para atender categorias ou tipos idealizados dos alunos. À medida que essa idéia for, sendo concretizada, é possível que as diferenças entre educação comum e educação especial irão também diminuindo. Em nessa tendência, poder-se-á chegar ao ponto em que o que há de especial na educação especial e, conseqüentemente, no currículo especial se converta em um dos elementos de uma ação sócio-educacional global, que assegure na medida necessária, interesse por cada membro da comunidade, seja qual for sua condição e o tipo de auxílio que necessite (Gentili 2001: 43)”.
Fico aguardando teus relatos referentes a Unidade 7, certo? Abs,Gi

Gi said

at 4:10 pm on Jul 7, 2009

Marcinha... Nós professores, que somos agentes de mudança, devemos ter em mente, a responsabilidade social e participar decisivamente do esforço de inclusão, visto ser este o caminho definitivo para que deixemos de ser o país de maior riqueza e, ao mesmo tempo, das maiores injustiças sociais. Teus relatos contemplam os objetivos propostos neste eixo!
Para refletir:
“Certamente, um professor que engendra e participa da caminhada do saber "com"seus alunos consegue entender melhor as dificuldades e as possibilidades de cada um e provocar a construção do conhecimento com maior adequação (MANTOAN, 2003, p. 77).”

Um abraço, bom final de semestre e até o próximo! Gi

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